quarta-feira, 30 de maio de 2018

10 dicas para motociclistas iniciantes

Em dois posts anteriores, aqui e aqui, escrevi sobre dicas importantes para iniciantes. Acho que esses dois posts são bem completos, mas não custa resumir e reforçar.
Assim, aqui vão dez dicas para motociclistas iniciantes:

1. Use o equipamento correto
Todo motociclista deve estar corretamente equipado, protegido e sinalizado. Lembre-se disto: ECOTT. Significa "Equipamento Completo O Tempo Todo". Nosso corpo não foi feito para aguentar velocidades de rodovia, por isso escolha o equipamento adequado. Comece por um capacete aprovado pelo INMETRO. Sei que todos os capacetes vendidos no Brasil (ou quase todos) são homologados pelo INMETRO, mas fuja dos mais baratos. Quando você escolhe um capacete barato, você está colocando um preço muito baixo na sua cabeça e, portanto, na sua vida. Escolha jaquetas, luvas, botas e calças apropriadas para o clima e que sejam visíveis. Este ponto é especialmente importante se você estiver conduzindo uma moto preta, pois você estará invisível para outros condutores na estrada. Parecer "bacana" é legal, mas de nada adianta se você não voltar para casa e fizer escala no hospital. E para os pés, certos tipos de calçado são confortáveis, mas não dão um pingo de proteção adicional. Dê preferência para calçados que protejam os tornozelos e luvas que protejam até os punhos. Botas de montanha não são o ideal, mas são infinitamente melhores do que tênis ou (arrepio), sandalhinhas.

2. Confira sua moto
Dê uma voltinha em torno da sua moto antes de subir nela. Como está a pressão dos pneus? Há vazamentos debaixo dela? A corrente está ajustada e lubrificada? Tem gasolina? Se for uma moto nova, você sabe quanto de gasolina cabe no tanque? Tudo isso ajuda a tornar seu passeio uma experiência melhor.

3. Olhe para onde você quer ir
Se você fixa o olhar no buraco, vai acabar caindo nele. Se você encara a árvore, vai acabar abraçando-a. Pratique a condução focada no caminho à sua frente e suas habilidades vão sempre melhorar.

4. Frenagem 70/30
Como regra geral - exceto se você estiver no off-road - pratique a técnica 70/30 de frenagem, que quer dizer 70% de freio dianteiro e 30% do traseiro.Essa técnica garante uma frenagem progressiva e segura. O freio dianteiro da sua moto é o mais potente, o que não quer dizer que você deva utilizá-lo exclusivamente. Em situações adversas de piso, ajuste para 60/40 e vá se adequando. Com o tempo virá a prática e as melhores técnicas.

5. Pilote defensivamente
Esta dica refere-se a uma variedade de hábitos defensivos. Um bom piloto habitua-se a constantemente checar rapidamente por sobre seus ombros sempre que for sair ou parar. Preste igualmente atenção a pontos cegos e nunca posicione-se neles, pois muitas vezes você acaba invisível para os motoristas. Em tempos de enxurradas de SUVs e caminhonetes nas ruas, lembre-se que muita gente não está habituada a esses veículos e alguns modelos até tem a visibilidade traseira muito ruim. Outra dica é andar em marchas mais baixas, caso surja a necessidade de acelerar rapidamente. De qualquer maneira, procure sempre conduzir sua moto de forma mais defensiva do que você faria no seu carro. Motoristas muitas vezes não veem motociclistas ou, pelo menos, agem como se não vissem.

6. Posicionamento na faixa
Esta dica é semelhante à anterior, mas importante o suficiente para que mereça destaque. Posicionamento na faixa é essencial para sua proteção na estrada. Se você estiver na pista da direita, procure andar no trilho da direita, protegendo-se proativamente. Se estiver na pista da esquerda, ande no trilho da esquerda. Em rodovias com mais de duas faixas, evite as faixas do meio, pois é difícil evitar que um motorista "divida" a faixa com você. Evite também usar o miolo das faixas pois é aí que óleo, pedras e outras sujeiras se acumulam.

7. Preste atenção às condições do piso
Esta não tem segredo: esteja sempre atento às mudanças de condição do piso. Lembre-se: se estiver chovendo, evite andar sobre as linhas pintadas, pois são muito escorregadias. Nas cidades, preste muita atenção aos buracos, pois se você topar com um deles numa curva, pode ser tombo certo. Em dias muito quentes, fique longe do caminho dos ônibus e caminhões, pois eles causam afundamentos no asfalto. Embora ser cuidadoso ajude, isto não significa que você deva evitar essas condições adversas. Desafie-se (com segurança) e enfrente diferentes pisos e diferentes condições pois suas habilidades só tem a ganhar com a prática extra. Você ficará bem, desde que tome as devidas precauções.

8. Empurrar o guidão é bom
Empurrar o guidão, ou seja, contra-esterçar, acontece quando você empurra o guidão na direção que você quer seguir. Se você quer ir para a esquerda, empurre a manopla esquerda para a frente. Se quiser ir para a direita, empurre a manopla direita para a frente. Isto pode soar contra-intuitivo, mas o contra-esterço permite desestabilizar a moto, o que faz com que ela deite na direção desejada. Quando ela começa a se inclinar, o pneu dianteiro aponta na direção oposta da curva. Ao deitar, o pneu se corrije e aponta na direção que você pretendia, controlando, assim, o restante da manobra. Pode soar confuso, mas se você sabe andar de bicicleta, você já usa o contra-esterço intuitivamente.

9. Não tenha pressa
Não compre moto grande logo de cara. Existem motos para iniciantes por uma razão. Muitos motociclistas iniciantes sonham em ter a melhor superesportiva do mercado. Você vai chegar lá. Começar com uma moto pequena permite que você desenvolva habilidades e reflexos muito mais facilmente do que numa R1 como sua primeira moto. Sem falar no valor do seguro, muito mais baixo. Invista numa boa relação custo-benefício à medida em que suas habilidades crescem. Motos pequenas desvalorizam bem menos.

10. Faça um curso de pilotagem
Cursos de pilotagem existem em várias modalidades. Pilotagem em pista, off-road, etc. O mais interessante para o iniciante é o curso que foca na segurança. Nele o piloto aprende técnicas eficientes e seguras de frenagem, aceleração, curvas, manobras evasivas, e muitas outras. Não é demérito fazer um curso desses só porque já se tem habilitação. Moto-escolas nada ensinam. Escolha o curso baseado na experiência do profissional, que ganha para transmitir suas experiências para o aluno.

Se você adquiriu sua primeira moto, pratique em locais e dias de baixo movimento, e vá entrando no trânsito aos poucos, até se sentir completamente seguro sobre a moto. É importante não forçar, tanto quanto não fugir de situações. Uma boa postura, relaxada, com os braços ligeiramente curvados contribui para uma melhor condução. Nada de pés apontados para baixo (mantenha as bolotas sobre a pedaleira), costas curvadas ou braços esticados. Além de prejudicar nas manobras, cansa desnecessariamente e causa dores musculares.

Pilote sempre. Pilote seguro.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

E segue o jogo

Depois de muitas idas e vindas, Dory finalmente recebe as almejadas malas de alumínio.
Acabei por não comprá-las no Canadá (o que foi uma boa ideia), mesmo o preço lá sendo mais vantajoso. A aquisição do suporte dedicado PLR6409 no exterior também não deu certo. Acabei comprando ambos na Capacete e Cia, de Ribeirão Preto/SP. Um pequeno desconto aqui e ali. As malas, pelo que pude ver, eram mostruário, pois chegaram com algumas marquinhas, mas nada que comprometa. 

O suporte deu um tantinho de trabalho, pela falta de uma ilustração a mais no manual de instalação. Bati um tanto de cabeça, mas no final deu tudo certo. Agora, falta apenas as bolsas internas, que já localizei numa loja de Taguatinga. Vão ser do modelo abaixo:

São bolsas à prova d´água, de 35 litros, que servem direitinho nas malas, que são de 36 litros.

Tive a ideia, que ainda posso vir a colocar em prática, de envelopar as malas, em preto fosco, criando um efeito melhor com a moto. A Givi acaba de lançar esse modelo em preto fosco, mas ainda não chegou ao Brasil. A depender do preço, que ainda não levantei.



O último equipamento importante que ainda falta é a manopla aquecida. De resto, praticamente pronta pra cair na estrada.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Dory: agora com cavalete central

A versão low seat da XRX800 não recebe de fábrica o utilíssimo cavalete central. A razão disso, segundo eles é que a moto é muito baixa e não seria possível a instalação. Bem, a fábrica é meio preguiçosa, nesse sentido, porque os brazucas da Chapam tanto fizeram que bolaram um para equipar a moto. 


Custando cerca de R$ 310,00, tem acabamento em preto fosco, pintura eletrostática e, como dá para ver pelas fotos, põe a roda a uma altura do solo suficiente para permitir a manutenção da corrente, por exemplo.


Mais uma vez o irmãozino Cesinha me ajudou na instalação, que deu um tiquinho de trabalho pois as instruções são muito mal-feitas. Mas bastou um pouco de observação que no fim deu tudo certo.
A caminho - sabe-se Deus quando chegam - estão a base alargada para o descanso lateral, porque nem tudo nessa vida é asfalto e concreto, e as malas laterais da Givi, modelo Dolimiti.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Andando com garupa



Sabemos que é mais importante treinar o garupa que o piloto. Se seu garupa entra em pânico e endireita o corpo quando você deita numa curva, ele pode causar uma queda.

O conselho para passageiros é bem simples: deite com a moto em curvas, segure-se nas alças ou em algum ponto fixo da moto de modo que você não empurre o piloto nas frenagens, não se mova e não tente conversar com o piloto quando a moto estiver em movimento. O mais difícil de conseguir é fazer com que o garupa relaxe – o ideal é que ele se sente ali e pouco ou nada faça.

Algumas pessoas não gostam de se segurar nas alças que ficam meio atrás delas quando a moto acelera, assim pode-se usar uma mão para se segurar ao piloto enquanto a outra fica na alça. Isso costuma funcionar, especialmente em muitas motos modernas que tem alças que mais se parecem maçanetas e estão posicionadas de uma forma que não dá para se apoiar direito. A situação ideal é ter um baú, e nele se recostar.

Tendo instruído o garupa é hora de se preocupar com sua pilotagem. Muitos pilotos não se dão conta do quão estressante pode ser estar na garupa.
Um piloto experiente pode tornar a vida do garupa muito fácil pois ele vai planejar muito à frente de modo que o garupa não sentirá freadas ou acelerações bruscas. E provavelmente vão estar andando bem rápido, mas não será estressante para o garupa – ele não vai descer da moto com todos os músculos ardendo de dor.

E se você nunca foi garupa, sugiro que experimente, pois verá rapidamente que uma moto veloz pode ser uma experiência difícil se você não for suave na sua pilotagem. Isso tende a inspirar simpatia pelo garupa, embora em algumas motos isso nunca será fácil.


Outros pontos a considerar quando estiver com garupa

Outros pontos a considerar são pressão dos pneus, ajuste da suspensão e faróis. Se você vai com garupa somente até a padaria não é necessário ajustar pré-carga dos amortecedores ou os faróis, mas você pode considerar recalibrar os pneus (normalmente entre 4 e 6 psi extras, mas melhor verificar no manual da moto). Se você for viajar vale a pena ajustar as pré-cargas dianteira e traseira para compensar o peso adicional, além de ajustar os faróis.

Em uma moto aventureira grande, que já é pesada pra começo de conversa, você talvez não precise ajustar muito a suspensão para um garupa leve. Mas uma esportiva leve vai ser difícil de manejar a menos que você ajuste as suspensões.

Pratique manobras

- Garupas gostam de baú como encosto, alças ou apoios e uma carga extra na mola traseira.
- Evite frenagens fortes olhando mais ao longe e se antecipando às paradas.
- Pratique mudanças de marcha em giros mais baixos; veja quão suave você consegue realizar as mudanças.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Sem fotos nem notícias do Borges, a cabecinha anda a mil pensando nos próximos passos.
Os planos são de fazer a parte interna aqui em Brasília, mas ainda não sei onde. Quero reformar os assentos que estão no carro, e que não são exatamente originais. Os bancos, principalmente os dianteiros, precisam de alguma reforma, recomposição da espuma, pintura da estrutura e conserto das travas e trilhos. Quero o carro o mais original possível, mas não sou radical. Borracha do piso e vinil do teto serão originais, além do revestimento dos assentos. O que tenho hoje no carro é um tecido preto com padronagem, se não me engano, do Opala Diplomata. Os bancos dianteiros tem encosto de cabeça e que pretendo manter, revestidos em vinil ou o tal couro ecológico - que não pode ser chamado de couro.
Venho namorando um volante há algum tempo. Quero algo de época, mas com aro mais espesso e de diâmetro não muito pequeno. Não me incomodaria usar algum volante mais moderno e até o da Kombi já cogitei. Hoje vi uma foto de um Fusca série Prata que vinha com o volante do Passat, no começo dos anos 80. E, devo dizer, que fiquei animado com a possibilidade de conseguir um em bom estado. Aro desgastado sempre pode ser revestido de couro.
Vou manter o som como está, pois gosto bastante do arranjo. O rádio Sony para mídias digitais - tem uma bandeja no lugar do tocador de CD, onde cabe o iPod Touch direitinho, ou pendrives - é bom e dá um ótimo som, mesmo sem amplificador. Instalei um kit duas vias da Selenium na frente, com os tweeters nos cantos inferiores do pára-brisas e os alto-falantes no canto inferior direito das portas. Pretendo deixá-los aí. A ideia é mandar fazer novas laterais das portas, no modelo original, mas aproveitando o porta-trecos de plástico que tenho hoje, talvez revestido, e instalando o alto-falantes por trás da placa, com uma grade plana. Não sei se há espaço na porta para isso. Atrás existe um par de quadraxiais Pioneer, instalados no tampão, por baixo, que ficam invisíveis. Não vou mexer neles, mesmo porque o tampão está zerado. Talvez, antes de instalar o novo revestimento eu peça para um bom instalador bolar algo mais permanente como conduítes ou algo assim. Vou precisar disso para a passagem dos fios pela porta. Ah, lógico, o Borges precisa de uma antena nova.
Botões serão trocados, talvez até a bola de câmbio seja substituída por uma de época, ainda não sei.
Em algum momento o Borges recebeu um console de plástico no túnel central. Não é original, mas é útil e pretendo mantê-lo. O material é meio fraco, por isso quero mandar revesti-lo com algum tipo de carpete, camurça ou material emborrachado. Pretendo fazer a mesma coisa com a caixa de porta-luvas que acabei de comprar, em plástico, mais resistente que a original de papelão.
Os refletores das lanternas deverão passar por um processo de polimento e, talvez, troca de algumas lâmpadas por outras de LED. Já foram adquiridas lentes em acrílico, de melhor qualidade.
Uma coisinha ou outra serão feitas aqui e ali e mostrarei quando estiver com o carro de volta.
Inté.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Sem novidades até o momento, a não ser a informação de que o Borges já estaria sendo pintado, desde a semana passada.
Em dezembro pude visitá-lo, mas acabei não fotografando. Cheio de tranqueiras dentro e todo desmontado, deu aquela angústia. Capô e paralamas estavam desmontados e todo o carro estava sendo preparado para a pintura.
David me explicou que seu plano inicial era de preparar o carro para um "banho de tinta", mas que ao trabalhar no carro foram descobrindo coisas que não dava para deixar para trás e o serviço acabou virando a restauração que era o que queria desde o começo. Muitos podres foram removidos com o corte da parte estragada e novas chapas soldadas no lugar, além de recuperação com soldas. Até mesmo coisas que eu nem imaginava serem possíveis de se substituir, acabaram por passar pelo exame cuidadoso do David, por exemplo a flange que percorre toda a abertura do porta-malas e onde se encaixa a borracha de vedação, que foi trocada por inteiro. Por essas e outras, o prazo inicial de 60-70 dias já bateu em 120. O que não me incomoda, está bem dentro de um trabalho de carroceria cuidadoso.
Passei na oficina do meu tio, onde o motor já estava quase pronto para voltar ao carro. Estava super-limpo e as tampas metálicas tinham sido tiradas para pintura. Ele aproveitou para trocar as velas, mas a suspeita de necessidade de retífica em uma delas não se confirmou. Menos mal.
Hoje adquiri uns acessórios que vão ser instalados quando o carro voltar, como uma nova caixa de porta-luvas - comprei do tipo plástico, mais resistente, e que pretendo mandar forrar, assim como o console, que não é acessório original -, novas lentes acrílicas para as lanternas traseiras, gradinhas das entradas de ar do painel e capas de parafusos. Borges vai também receber um adesivo com o antigo logo da VW e seu ano de fabricação.
Tenho ideias de outras pequenas modificações, mas isso vai ficar para depois que o carro estiver aqui e com o novo interior feito.
-- xx --
Dory segue sem grandes novidades. Ela tem feito entre 18,5 e 20 km/l na cidade, o que está de bom tamanho.
Não me decidi ainda pelas malas rígidas que quero comprar. Separei, na Amazon, as Dolomiti de 36 litros da Givi, com suportes originais, mas estou monitorando o câmbio. Atualmente, elas saem bem mais em conta que no Brasil. Porém, perdem feio para as malas feitas pela Livi. Aí, fico na indecisão: trago as Givi que são mais baratas que no Brasil, ou adquiro o produto nacional, que também é de boa qualidade, e economizo 600 pilas?
Além das malas vou trazer um par de intercomunicadores. As malas internas pretendo comprar no Brasil.
É isso. Inté.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Primeiras fotos

Vamos lá. Tenho poucas informações até agora. O David é bastante ocupado e só dá notícias de vez em quando. Essas são as primeiras fotos que ele me mandou.

Carcaça da lanterna traseira direita. A lingueta onde fica o ponto de fixação do parafuso da lente quebrou. Uma nova lingueta vai ser produzida e assim vamos manter a originalidade da peça.

Já sabia que iam aparecer alguns podres escondidos debaixo de peças e acabamentos. Esse aí apareceu debaixo da lanterna traseira esquerda. Vai ser cortado e recuperado com a solda de uma plaqueta de metal, para não ter que substituir o paralamas todo.

Alguns pontos mais críticos vão sendo tratados.

Tinha massa à beça aqui e em outros pontos e todos estão sendo tratados adequadamente.

O amassado já foi endireitado e a peça vai ficando pronta para receber a nova pintura.

Muito podre e muita massa escondidos.
Esses problemas já eram esperados e não surpreendem. O carro tem 39 anos e nunca passou por uma grande reforma. Assim, segue o jogo!