terça-feira, 17 de julho de 2018

Bell Qualifier DLX Rally

Hello boyos and girlies!
Enquanto o Borges não sai do spa, vamos dar uma olhadela no meu novo capacete de uso diário. Como mencionei num post anterior, escolhi o Bell Qualifier DLX Rally para substituir o excelente Caberg HyperX.

Lamentavelmente, os Caberg não são mais importados para o Brasil e, como sabemos, por aqui não se consegue reposição de peças de capacetes com tanta facilidade. Com o casco ainda íntegro, o HyperX sofre do mal da acomodação. A espuma e, suponho, também a camada de isopor, cederam e o 56 virou um belo dum 58, só dá para usar com touquinha na cabeça. De qualquer forma, o HyperX cumpriu seu papel por 4 anos de uso diário.
Quando escolhi o Bell, tive que tomar uma decisão com relação ao fato de não estar equipado com viseira solar. Tenho certa sensibilidade à luz solar - resultado principalmente da cirurgia para correção de miopia a que me submeti há 13 anos - e viseiras mais escuras durante o dia são essenciais. Aqui em Brasília temos um inverno com dias muito ensolarados e luminosos. Com meu primeiro capacete, um LS2, eu carregava a viseira cristal na mochila ou no baú. Eu trabalhava à tarde e voltava para casa à noite e trocar a viseira era necessário. Não gosto e não é seguro andar com viseira escura à noite, além de ser ilegal. A troca era fácil, mas não tanto quanto no Bell, um dos melhores engates rápidos que já vi, pelo menos entre os capacetes que usei.

 O AGV K3 sofria do mesmo mal, mas como ele machucava minha testa, passei-o para a frente com as duas viseiras.
Ao fazer minha pesquisa descobri a existência das viseiras Transitions, tratamento já bastante conhecido por quem usa óculos.
É a velha e boa lente fotocromática, ou seja, escurece na presença de luz forte. O preço no Brasil é proibitivo, passa dos 850 temers, bem mais caro que o próprio capacete, que saiu por 600 na Masada, com frete grátis. A solução foi descobrir alguém que pudesse trazer uma para mim dos EUA, onde ela custa cerca de 140 trumps. Aí alguém vai dizer: "mas pagou caro mesmo assim, ó o dólar como está alto!". Verdade. Só que, por causa do meu trabalho, tenho conta em banco nos EUA onde ainda tenho algumas doletas, que nunca foram convertidas, assim o que paguei em dólar, paguei realmente em dólar.

A viseira, que adquiri na Revzilla, chegou trazida por um colega de trabalho. Produto original, com a diferença da logomarca no canto superior esquerdo.
Como eu disse, o AGV machucava a minha testa. Bem, parece ser mal de capacetes mais..."esportivos". Recebi o Bell na segunda e, no domingo seguinte, fiz um passeio de 5 horas em estrada. Foi uma tortura a partir da segunda hora. O danado espreme o topo da cabeça como uma morsa e as últimas horas foram muito difíceis. Decidi que não usarei o capacete por longos períodos até sentir que ele assentou. Capacetes tem diferentes formatos de casco e de componentes internos. O ideal é poder adquirir um capacete com as forrações personalizáveis, com camadas de espuma que podem ser removidas para um melhor caimento. Só que estamos no Patropi e esses capacetes são raros e caros demais.
Vamos ao capacete. Os Bell são considerados capacetes intermediários, em qualidade e preço. Mas, vale uma observação: pelo preço, eles entregam ótima qualidade. Assim, a escolha vai pela relação custo x benefício. Eles passaram a ser importados há não muito tempo para o Brasil e, aparentemente, vieram num lote enorme antes da alta do dólar, pois ainda estão disponíveis a bons preços. Minha fonte inestimável de avaliações, a WebBikeWorld, fez avaliação desse capacete em 2016 e os resultados foram animadores. Pude experimentar um Qualifier comum (o DLX é o modelo "de luxo") e achei confortável. O capacete tem suas forrações removíveis e laváveis, a cinta jugular é acolchoada e tem o sistema de fivela duplo "D".
Vem com bavete e narigueira removíveis também. O DLX aparece na possibilidade de utilização de sistemas de comunicação embutidos no compartimento do lado esquerdo:
Ele acomoda o Bell Sena SMH10, além dos Cardo Scala Rider Q1 e Q3.
O destaque deste modelo é seu sistema de ventilação, com 3 entradas: no queixo, na testa e no topo do casco, com uma saída única na parte de trás.





As três aberturas são de manuseio muito fácil, mas no nosso clima é muito difícil dizer se estão fazendo algum efeito.
O modelo Rally tem esse grafismo clássico com a "speed stripe" correndo ao longo do capacete. A pintura é de boa qualidade com acabamento fosco, quase imune a marcas de dedos e outras nojeiras.
O tecido da forração é agradável ao tato e tanto ele como a espuma são de boa qualidade.
Confesso que é o primeiro capacete que tenho com a fivela duplo "D", que requer algum costume. Mas isso vem rápido.
Pesa, segundo o fabricante, cerca de 1500g. Parece mais leve. O padrão DOT é considerado ultrapassado no mercado internacional, pois só é utilizado pelo americanos. De qualquer forma, aplicou-se a norma 7471 do INMETRO para sua homologação no Brasil.
Quanto ao uso propriamente dito: não é dos mais silenciosos e entra vento. Nada disso é problema grave, a não ser para aqueles que se recusam terminantemente a usar protetor auricular. Aliás, abro meu parênteses aqui: este é o melhor capacete que já tive para uso com protetores auriculares. Alguns modelos tem a forração muito justa na altura das orelhas, o que pressiona e causa dor. No DLX Rally as orelhas ficam num ótimo espaço vazio e não senti a pressão em nenhum momento. Crianças: não peguem estrada sem usar protetores auriculares.
Quanto ao vento que entra, deixa de frescura e use uma pescoceira ou lenço, cachecol, qualquer coisa. Resolve seu problema e, quando você quiser refrescar, é só tirar que vai entrar vento que é uma beleza. Não existe equipamento perfeito e nenhum funciona igual para todo mundo. Sempre busque o que mais funciona para você.
Vou fazer uma atualização em breve, depois que utilizar mais a viseira Transitions. 

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Drops

David me mandou mais algumas fotos hoje.
A fase final de montagem está...bem, nos finalmentes.
O David tem-se mostrado um sujeito muito atencioso. Colocou lentes novas e as envernizou, para maior durabilidade. As lentes de acrílico que eu já tinha vão ficar de reserva.
Comprei protetores de soleira. Não achei do tipo e material que eu queria, mas proteger as soleiras é mais importante.

Detalhe da roda, reformada, com capinhas cromadas de parafuso, outra iniciativa do David.
Finalmente, uma curiosidade: o David me diz que achou a chave reserva escondida sob um pisca. Não me lembro de tê-la colocado ali, então deve ser obra do dono anterior ou do meu pai. De qualquer forma, o miolo já foi trocado e a chave reserva está muito bem guardada. 
O fim, cada vez mais próximo. 

terça-feira, 19 de junho de 2018

Nove meses e vai nascer a criança

Nove meses de trabalho e eis que o valente Borges entra na reta final. Estas são as fotos da fase de preparação para a pintura, e da pintura propriamente dita.









O David acha que consegue entregar o carro para a montagem do motor ainda esta semana. Agora é torcer para que tudo corra bem e em algumas semanas vou poder buscar o Borges.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Out with the old, in with the new: Bell Qualifier DLX Rally

Já se vão quatro anos desde que adquiri o Caberg HyperX. Dia desses, examinando-o cuidadosamente, notei como estava ficando gasto. Pudera, o pobrezinho é o capacete do dia-a-dia, na bateção, tira e põe, lava, monta, usa de novo, bate-e-volta, etc.
Uma pena não termos mais importação dos Caberg no Brasil, pois são ótimos capacetes. Ainda tenho o Sintesi, que está em ótimo estado, pois é muito pouco usado, e foi adquirido em 2016. Explico: o Sintesi é bem fechado e mais pesado, e assim não é muito apropriado para o uso no dia-a-dia. Eu alterno com o HyperX em dias mais frios, ou naqueles bate-e-volta. 
Comecei a bater cabeça para escolher um novo. Não gosto de grafismos rebuscados, prefiro cores sólidas, de preferência claras.
Se grana não fosse um impedimento, compraria um Shoei. Mas...convenhamos, pagar quase 4 mocas num capacete é para poucos. A Shoei tem vários modelos, rígidos e escamoteáveis, como o novo Neotec II, que são muito bacanas e com grafismos comedidos, além das cores sólidas.
Bem, vamos para o degrau debaixo. Acho que já comentei aqui algumas vezes que prezo muito a opinião do pessoal da WebBikeWorld, que faz avaliações sérias e não fico de nhém-nhém-nhém por causa desta ou daquela marca. Também não se atém a avaliações de produtos apenas de marcas famosas. Então, fui lá ver o que eles tinham avaliado recentemente. Queria ver algum LS2 ou até mesmo os Givi que acabaram de desembarcar no Brasil e que tem grafismos interessantes, boa construção e bons preços também. Não é segredo que sou fã da Givi e cheguei a considerar seriamente adquirir um de seus capacetes.

Mas, ao fuçar no site da WBW, via  avaliação do Bell Qualifier DLX (o DLX significa "de luxe"). Os Bell são considerados capacetes na faixa intermediária, mas que entregam excelente relação custo-benefício. Eis algumas considerações da WBW:

"O Bell Qualifier tem tudo o que um capacete mais caro tem, então por que pagar mais? Você pode gastar muito mais e ainda não ter a possibilidade de usar a viseira Transitions e a possibilidade de usar intercomunicador ´plug-and-play´. E tem mais, o sistema de ventilação está entre os melhores do mercado e vem com garantia de cinco anos". 
Essa avaliação é de 2016 e de lá para cá pouco mudou no modelo. 

Fuça, olha, faz conta e acabei escolhendo o Qualifier DLX Rally Titanium.

Apesar da cor ligeiramente escura, ele é fosco e o grafismo clássico não vai sair de moda. A viseira vou tentar encomendar nos EUA.
Esse modelo, nos EUA, custa cerca de USD 280.00. A viseira Transitions sai por cerca da metade disso. Aqui, estranhamente, o capacete custou R$ 600,00 e a viseira custa absurdos R$ 850,00.
Por que a viseira Transitions? Ora, observe que o DLX não tem viseira solar interna. A saída seria adquirir também a viseira escura, como já fiz no passado, nos tempos de LS2 e AGV K3. O que é um pé-no-saco. Com a Transitions, isso se resolve, pois ela é fotocromática.
O "plug-and-play" do intercomunicador é exatamente isso. Alguns modelos Cardo e Sena simplesmente se acoplam ao capacete, em terminal instalado sob a portinhola do lado esquerdo. Aceita os Cardo Qz, Q1 e Q3 e Sena SMH10.
O bicho deve chegar em uma semana, mais ou menos, e aí farei uma avaliação mais profunda.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Giro de domingo

O que fazer num domingão de sol?
Exato, fazer algo que não fazia há muito tempo: subir na moto e dar um rolê meio sem rumo. Só que desta vez não foi exatamente sem rumo. Há tempos que venho querendo pegar uma estradinha de terra com a Dory, só para ver como ela se comporta e eu também. Saí de casa, peguei a DF002, depois a 003 e finalmente a 001. Essa estradinha, também conhecida como EPCT - Estrada Parque do Contorno, já foi totalmente de terra. Hoje ela está asfaltada até a entrada da DF170. A partir daqui, a estrada que em outros tempos foi de terra batida, hoje está coberta de um cascalho grosso, um bocado desafiador, pois desestabiliza bastante a moto. O que revelou ser um ótimo exercício.
Da DF170 passei direto para a DF206 e segui até encontrar a BR080.
Depois de um trecho de asfalto até Brazlândia, tomei a DF220 até o ponto onde esta encontra a 001 novamente. Acabei completando assim o laço. Foi bom. Vou fazer de novo, mas no sentido oposto.









Logo ali acaba o asfalto


Chegando em casa fiz a manutenção, limpando o excesso de poeira e engraxando a corrente

Os pneus Tourance Next não são apropriados para o off-road, mas nas estradas
por onde passei não fizeram feio


Reidratando


quarta-feira, 30 de maio de 2018

10 dicas para motociclistas iniciantes

Em dois posts anteriores, aqui e aqui, escrevi sobre dicas importantes para iniciantes. Acho que esses dois posts são bem completos, mas não custa resumir e reforçar.
Assim, aqui vão dez dicas para motociclistas iniciantes:

1. Use o equipamento correto
Todo motociclista deve estar corretamente equipado, protegido e sinalizado. Lembre-se disto: ECOTT. Significa "Equipamento Completo O Tempo Todo". Nosso corpo não foi feito para aguentar velocidades de rodovia, por isso escolha o equipamento adequado. Comece por um capacete aprovado pelo INMETRO. Sei que todos os capacetes vendidos no Brasil (ou quase todos) são homologados pelo INMETRO, mas fuja dos mais baratos. Quando você escolhe um capacete barato, você está colocando um preço muito baixo na sua cabeça e, portanto, na sua vida. Escolha jaquetas, luvas, botas e calças apropriadas para o clima e que sejam visíveis. Este ponto é especialmente importante se você estiver conduzindo uma moto preta, pois você estará invisível para outros condutores na estrada. Parecer "bacana" é legal, mas de nada adianta se você não voltar para casa e fizer escala no hospital. E para os pés, certos tipos de calçado são confortáveis, mas não dão um pingo de proteção adicional. Dê preferência para calçados que protejam os tornozelos e luvas que protejam até os punhos. Botas de montanha não são o ideal, mas são infinitamente melhores do que tênis ou (arrepio), sandalhinhas.

2. Confira sua moto
Dê uma voltinha em torno da sua moto antes de subir nela. Como está a pressão dos pneus? Há vazamentos debaixo dela? A corrente está ajustada e lubrificada? Tem gasolina? Se for uma moto nova, você sabe quanto de gasolina cabe no tanque? Tudo isso ajuda a tornar seu passeio uma experiência melhor.

3. Olhe para onde você quer ir
Se você fixa o olhar no buraco, vai acabar caindo nele. Se você encara a árvore, vai acabar abraçando-a. Pratique a condução focada no caminho à sua frente e suas habilidades vão sempre melhorar.

4. Frenagem 70/30
Como regra geral - exceto se você estiver no off-road - pratique a técnica 70/30 de frenagem, que quer dizer 70% de freio dianteiro e 30% do traseiro.Essa técnica garante uma frenagem progressiva e segura. O freio dianteiro da sua moto é o mais potente, o que não quer dizer que você deva utilizá-lo exclusivamente. Em situações adversas de piso, ajuste para 60/40 e vá se adequando. Com o tempo virá a prática e as melhores técnicas.

5. Pilote defensivamente
Esta dica refere-se a uma variedade de hábitos defensivos. Um bom piloto habitua-se a constantemente checar rapidamente por sobre seus ombros sempre que for sair ou parar. Preste igualmente atenção a pontos cegos e nunca posicione-se neles, pois muitas vezes você acaba invisível para os motoristas. Em tempos de enxurradas de SUVs e caminhonetes nas ruas, lembre-se que muita gente não está habituada a esses veículos e alguns modelos até tem a visibilidade traseira muito ruim. Outra dica é andar em marchas mais baixas, caso surja a necessidade de acelerar rapidamente. De qualquer maneira, procure sempre conduzir sua moto de forma mais defensiva do que você faria no seu carro. Motoristas muitas vezes não veem motociclistas ou, pelo menos, agem como se não vissem.

6. Posicionamento na faixa
Esta dica é semelhante à anterior, mas importante o suficiente para que mereça destaque. Posicionamento na faixa é essencial para sua proteção na estrada. Se você estiver na pista da direita, procure andar no trilho da direita, protegendo-se proativamente. Se estiver na pista da esquerda, ande no trilho da esquerda. Em rodovias com mais de duas faixas, evite as faixas do meio, pois é difícil evitar que um motorista "divida" a faixa com você. Evite também usar o miolo das faixas pois é aí que óleo, pedras e outras sujeiras se acumulam.

7. Preste atenção às condições do piso
Esta não tem segredo: esteja sempre atento às mudanças de condição do piso. Lembre-se: se estiver chovendo, evite andar sobre as linhas pintadas, pois são muito escorregadias. Nas cidades, preste muita atenção aos buracos, pois se você topar com um deles numa curva, pode ser tombo certo. Em dias muito quentes, fique longe do caminho dos ônibus e caminhões, pois eles causam afundamentos no asfalto. Embora ser cuidadoso ajude, isto não significa que você deva evitar essas condições adversas. Desafie-se (com segurança) e enfrente diferentes pisos e diferentes condições pois suas habilidades só tem a ganhar com a prática extra. Você ficará bem, desde que tome as devidas precauções.

8. Empurrar o guidão é bom
Empurrar o guidão, ou seja, contra-esterçar, acontece quando você empurra o guidão na direção que você quer seguir. Se você quer ir para a esquerda, empurre a manopla esquerda para a frente. Se quiser ir para a direita, empurre a manopla direita para a frente. Isto pode soar contra-intuitivo, mas o contra-esterço permite desestabilizar a moto, o que faz com que ela deite na direção desejada. Quando ela começa a se inclinar, o pneu dianteiro aponta na direção oposta da curva. Ao deitar, o pneu se corrije e aponta na direção que você pretendia, controlando, assim, o restante da manobra. Pode soar confuso, mas se você sabe andar de bicicleta, você já usa o contra-esterço intuitivamente.

9. Não tenha pressa
Não compre moto grande logo de cara. Existem motos para iniciantes por uma razão. Muitos motociclistas iniciantes sonham em ter a melhor superesportiva do mercado. Você vai chegar lá. Começar com uma moto pequena permite que você desenvolva habilidades e reflexos muito mais facilmente do que numa R1 como sua primeira moto. Sem falar no valor do seguro, muito mais baixo. Invista numa boa relação custo-benefício à medida em que suas habilidades crescem. Motos pequenas desvalorizam bem menos.

10. Faça um curso de pilotagem
Cursos de pilotagem existem em várias modalidades. Pilotagem em pista, off-road, etc. O mais interessante para o iniciante é o curso que foca na segurança. Nele o piloto aprende técnicas eficientes e seguras de frenagem, aceleração, curvas, manobras evasivas, e muitas outras. Não é demérito fazer um curso desses só porque já se tem habilitação. Moto-escolas nada ensinam. Escolha o curso baseado na experiência do profissional, que ganha para transmitir suas experiências para o aluno.

Se você adquiriu sua primeira moto, pratique em locais e dias de baixo movimento, e vá entrando no trânsito aos poucos, até se sentir completamente seguro sobre a moto. É importante não forçar, tanto quanto não fugir de situações. Uma boa postura, relaxada, com os braços ligeiramente curvados contribui para uma melhor condução. Nada de pés apontados para baixo (mantenha as bolotas sobre a pedaleira), costas curvadas ou braços esticados. Além de prejudicar nas manobras, cansa desnecessariamente e causa dores musculares.

Pilote sempre. Pilote seguro.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

E segue o jogo

Depois de muitas idas e vindas, Dory finalmente recebe as almejadas malas de alumínio.
Acabei por não comprá-las no Canadá (o que foi uma boa ideia), mesmo o preço lá sendo mais vantajoso. A aquisição do suporte dedicado PLR6409 no exterior também não deu certo. Acabei comprando ambos na Capacete e Cia, de Ribeirão Preto/SP. Um pequeno desconto aqui e ali. As malas, pelo que pude ver, eram mostruário, pois chegaram com algumas marquinhas, mas nada que comprometa. 

O suporte deu um tantinho de trabalho, pela falta de uma ilustração a mais no manual de instalação. Bati um tanto de cabeça, mas no final deu tudo certo. Agora, falta apenas as bolsas internas, que já localizei numa loja de Taguatinga. Vão ser do modelo abaixo:

São bolsas à prova d´água, de 35 litros, que servem direitinho nas malas, que são de 36 litros.

Tive a ideia, que ainda posso vir a colocar em prática, de envelopar as malas, em preto fosco, criando um efeito melhor com a moto. A Givi acaba de lançar esse modelo em preto fosco, mas ainda não chegou ao Brasil. A depender do preço, que ainda não levantei.



O último equipamento importante que ainda falta é a manopla aquecida. De resto, praticamente pronta pra cair na estrada.