terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Dicas para motociclistas iniciantes - a primeira moto

Tema muito frequente em comunidades na internet é o do motociclista principiante. Suas dúvidas sempre giram em torno de que modelo de moto comprar como primeira moto, além de dicas de pilotagem e de equipamentos. Não pretendo aqui escrever um guia completo - e agradeço àqueles que porventura comentarem adicionando pontos que eu eventualmente deixar de fora - mas um guia básico, no qual pretendo dar minha opinião sobre esse assunto, de extrema importância. Acredito que maus hábitos podem ser evitados desde que se aprenda a maneira correta das coisas. Vou dividir os tópicos em posts diferentes: a primeira moto equipamentos e dicas de pilotagem.
Comecemos, então, com o primeiro tópico, a motocicleta.
Existem basicamente dois tipos de iniciantes, os que já andaram de moto - incluindo os que pilotam motos de terceiros-, e os que nunca pilotaram. Os primeiros tem a tendência de começar com motos maiores "porque já sabem pilotar". Não se aplica em todos os casos, mas a regra é comece sempre por modelos menores e "suba a escada da cilindrada". A razão disso é simplesmente permitir que o motociclista desenvolva suas habilidades e as aperfeiçoe sempre. É como um jogo de corridas, no qual o jogador começa com um carro simples e, à medida em que ele avança no jogo, vai podendo pilotar carros mais potentes. Exatamente a mesma coisa. Começar com uma 600 como muita gente deseja não é recomendado por várias razões: potência e peso, por exemplo. Pior ainda, há vários modelos de 600, as mais pacatas e as "venenosas". Começar com uma venenosa pode ter consequências funestas, pois sem os reflexos adequados o motociclista iniciante terá muita dificuldade em apreciar plenamente seu veículo. Não à toa, em países como o Japão, o motociclista é obrigado a começar com motos menos potentes. Ele fica em cada categoria cerca de dois anos, até poder passar para a categoria superior de habilitação, modelo que precisa ser implantado no Brasil com urgência.
Então, o ideal, principalmente para o motociclista iniciante, é começar por baixo, lá nas 125/150cc. Sou da opinião que scooters - não motonetas - não são exatamente o ideal para o iniciante.
A Honda Bizz é um exemplo de motoneta
O Suzuki Burgman é um representante da classe dos scooters
As rodas pequenas geram pouco efeito giroscópico e por isso são menos estáveis e muito mais sensíveis aos desníveis e crateras de nossas...ruas. Caso o iniciante transite por ruas de boa qualidade, aí então é diferente. Fiz exceção às motonetas pois elas em geral são equipadas com rodas de pelo menos 16", mais seguras que as de 10/12" dos scooters. Daí temos que, passado um tempo com a 125/150, digamos, um ano, o motociclista já se sentirá seguro para dar o passo seguinte. Isso, evidentemente dependerá de quanto ele utiliza a moto, se no dia-a-dia, ou somente em fins-de-semana. Quanto mais frequente o uso, mais rapidamente ele adquirirá a experiência necessária.
Aos que "já sabem pilotar", meu recado: nunca se sabe tudo. Sempre há espaço para aprendizado. Meu exemplo: aprendi a pilotar aos 11/12 anos de idade. Pilotei até quase 24/25. Passei mais de 15 anos sem subir numa moto. Nesse tempo nunca deixei de ler a respeito, é bom notar. Mas, ao retornar ao mundo das duas rodas, comecei por baixo. Ou quase, pois optei por uma 250cc e passei quase dois anos com ela. Foi possível, assim, reavaliar meus reflexos e habilidades e, quando passei para a 600cc, a transição foi a mais tranquila possível.
Honda Bros pertence à categoria das trails ou on/off
Outro ponto a ser considerado na escolha da primeira moto é o uso que se pretende dar a ela. Deslocamentos diários na cidade, para a escola ou trabalho, pequenos passeios de fim-de-semana, trechos de má qualidade ou estradas de terra, tudo isso influencia na escolha. De nada vai adiantar querer uma customzinha se houver deslocamentos em trechos de péssima qualidade ou estradas de terra. Querer uma 125 para cair na estrada requer, da mesma forma, muita atenção. O biotipo do piloto também influencia. Pilotos mais altos vão se sentir mais à vontade em motos trail. Disponibilidade de peças e assistência técnica próximo do local de residência é outro fator a ser considerado, bem como o índice de roubos.
Enfim, escolher cuidadosamente a moto vai contribuir para um melhor aproveitamento do veículo e uma melhor adaptação/aprendizado.
O mais importante: tire sua habilitação antes de qualquer coisa.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Mordi a língua

Mas fiquei feliz por tê-la mordido. Refiro-me à SP-425 (e não 427) Assis Chateaubriand. O tal trechinho nojento está em obras. O asfalto já foi recuperado, faixas adicionais estão sendo feitas, obras nas encostas e pontes a meio caminho. O curioso foi que quilômetros antes do tal trecho, disse à minha adorada melhor metade que "torcia para que os anjos tivessem descido e consertado a pista". Sem muita convicção. E não é que desceram mesmo? O trecho ruim da viagem ficou a cargo dos vinte quilômetros que separam Presidente Prudente de Pirapozinho. O que já é perigoso está ainda mais perigoso. Mas, aparentemente, ano que vem, ano eleitoral, o trecho será reformado. Daí teremos praticamente só estrada boa entre Brasília e a megalópole de Parispozinho. Excellent.
A viagem com carreta foi tranquila, sem sobressaltos. A carreta, por ser larga e pesada, é muito estável. Pagamos o preço no consumo, no entanto, que ficou em torno de 8 km/l com etanol. Muito. Normalmente gastamos menos de dois tanques para cobrir os mil quilômetros. Gastamos quase três em cada perna. O Polo e seu 1.6 sofreram nas subidas. Reduções de marcha foram constantes, mas nunca preocupantes. O bichinho é valente. A solução é uma carreta mais leve. Ou um carro mais potente. Mas em nenhum momento senti que faltou motor ou que tenhamos enfrentado situação de risco. O ar-condicionado foi ligado praticamente a viagem toda. Não vemos a hora de ter as BRs 060 e 153 pedagiadas. Vai ser ótimo.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Polo

Nunca mencionei nosso bravo, belo e nunca-deu-defeito Polo sedan [bate na madeira]. Nem gosto de falar muito, pois pode zicar.
Este ano resolvi levar a moto na nossa viagem de fim de ano para o interior de São Paulo. Sempre que vamos para lá alguém acaba ficando a pé. Negociar as ladeiras da cidade com um calor quase insuportável de mais de 38C não é tarefa das mais agradáveis.
Numa conversa rápida com um amigo, o Bão (valeu mesmo, brother), descobri que ele possui uma carretinha e que a emprestaria. A condição era eu dar uma ajeitada na dita cuja. No problemo. Rápida revisão elétrica, um pneu novo, uma limpeza superficial e voi là. Antes disso precisei instalar o engate no Polo.
Tarefa executada em menos de duas horas ao custo de R$ 150,00. Confesso que achava que custaria muito mais que isso.
Nunca reboquei carreta na vida, então vai ser uma viagem...interessante. Para minimizar o problema escolhemos ir por Goiânia, via BRs 060 e 153, culminando com a (ainda não duplicada e com asfalto duvidoso em alguns pontos) SP-427 Assis Chateaubriand. Honestamente, Chatô deve estar puto onde quer que ele esteja por darem seu nome a uma rodovia que não recebe investimentos há anos, e é um dos elos de ligação do Norte/Centro-Oeste do país com o Sul/Sudeste. A rodovia atravessa áreas de alta produção alcooleira e agrícola, mas trechos como o que começa perto de Osvaldo Cruz não recebem obras de recapeamento há décadas.
Para prender a Branca à carreta adquiri três pares de esticadores, sendo dois com catraca, da marca Scud. Meu grande amigo Cesinha, do Blues MC, me deu uma força na colocação da moto e dos esticadores. Em Pirapozinho, terei que fazê-lo sozinho ou com a ajuda do meu pai.
E aqui, tudo pronto. Agora é pé na estrada. Inté, pangarezada.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Baú no uso e maçaneta nova

Duas semanas.  Baú de volta e ainda estranho aquela presença enorme ali no retrovisor. Mas sua praticidade é indiscutível. Faz um pouco de barulho, um pouco mais do que eu gostaria que fizesse, mas vazio é assim mesmo. Passei um pouco de raiva com a luzinha que tentei instalei, mas acabei por descobrir que eu havia metido a pata na instalação. No baú ficam a calça impermeável, o forro também impermeável da jaqueta, a trava de disco, a capa de banco, uma aranha e um par de luvas. E sempre posso deixar o capacete nele quando par em algum lugar. Se bem que com os artigos de chuva no lugar o espaço para dois capacetes fica comprometido. O tamanho do bicho causa estranheza ainda mas sou do partido função sobre forma, então está legal.
Luzinha da Osram com 3 LEDs. Funciona com pilhas AAA. Presa ao baú com velcro adesivo.

O baú com a luz interna acesa.
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Depois de um longo tempo sem poder abrir a porta do passageiro por fora, problema resolvido. Comprei na Jocar uma maçaneta nova, por R$ 34,00. Eu só precisava do cilindro - miolo, tambor, como queira - mas é praticamente impossível encontrar a peça sozinha, sem a maçaneta. Há uns dois anos troquei o miolo do contato e, para não ter que carregar um monte de chaves, o que eu detesto, troquei o segredo das portas para usar uma única chave. O problema foi que o miolo da maçaneta direita estava ruim e, mesmo com a troca de segredo, não funcionou mais. Levei as maçanetas ontem para o chaveiro para que ele fizesse a nova troca de segredo e do cilindro, mas havia um pequeno porém. A chave não entra no cilindro novo, o que torna impossível trocar seu segredo. Eu teria que carregar mais uma chave, só para a porta do passageiro. Grrrrrr. Eu odeio molho de chaves cheio. Não curti. Ao voltar para casa, me toquei que o cilindro não tinha sido trocado. A maçaneta nova é de péssima qualidade e decidi usar o cilindro novo na maçaneta original. Resolvi colher uma segunda opinião e procurei o chaveiro que fizera o serviço dois anos atrás. A chave realmente não entra no cilindro, mas o chaveiro bateu o olho em outra chave no molho e disse que aquela serviria. A chave em questão é da tampa do motor, cuja tranca foi trocada também há dois anos. E não é que deu certo? Feita a instalação, fiquei satisfeito, pois agora volto a poder abrir a porta por fora e ainda com o bônus de não ter que carregar chave extra.
O adesivo azul indica o miolo novo.
Completei a organização do porta-malas com uma bolsa de ferramentas também adquirida na Jocar, por R$ 24,00, na qual guardei um estojo de ferramentas, um alicate, luvas de mecânico e lâmpada de serviço. Minha mãe já tinha feito duas bolsas, uma para as chaves de roda e outra para  o triângulo. Agora está tudo nos seus lugares.
O produto que eu vinha usando para cristalizar os vidros tem funcionado muito bem. É de fácil aplicação e mesmo após a lavagem ainda funcionava bem, o que indica que não precisa ser reaplicado com muita frequência.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Ranzinza no trânsito

Os jornais e telejornais do nosso Brasil varonil mostram, todo santo dia, imagens, notícias, gráficos, estatísticas e depoimentos sobre a violência do trânsito no país. Sobre a violência, sobre a desorganização e sobre como é fácil burlar leis já que a fiscalização é inexistente, no melhor dos casos. Nesse emaranhado, motos e motociclistas, vítimas em grande número, aparecem quase sempre como vilões. Nunca vi uma matéria que mostrasse a moto como uma solução viável. Jornalistas não especializados não perdem tempo em por a moto como veículo assassino, como causadora de problemas, etc. Recentemente, o Correio Braziliense, maior jornal do DF, trouxe uma série de reportagens sobre motocicletas. Em uma delas, usou dados de uma excelente pesquisa feita pelo Hospital das Clínicas de São Paulo, devidamente editados, e torceu o resultado para mostrar as motos como culpadas por quase a metade dos acidentes/vítimas do trânsito. Só tem um porém, essa pesquisa indicou que motoristas e seus veículos são culpados pela outra quase metade dos acidentes/vítimas. E outra grande parcela da culpa coube às vias. Bem, verdade seja dita, há bons e maus motociclistas, assim como há bons e maus motoristas.
A falta de gentileza e de respeito mínimo às regras de trânsito, no entanto, atrapalham muito mais que qualquer outra coisa. A cabecinha de certas pessoas mereceria ser esmagada, tal a incapacidade de analisar as situações do dia-a-dia e tomar as decisões corretas. Aqui em Brasília, por exemplo, nas grandes avenidas, a praxe agora é "ultrapasse por onde der". Ninguém se dá ao trabalho de pedir passagem quando o veículo da frente está ali, onde não deveria, na pista da esquerda. Esse sujeito -  e eu tive uma experiência dessas - acha que, porque ele trafega na velocidade máxima indicada por aquela via, ele não tem que dar passagem para ninguém. Força, assim, com sua ignorância, os outros motoristas a cometerem infrações, ultrapassando-o pela direita. Os que fazer isso ajudam a perpetuar o mau hábito e o ciclo vicioso começa. O que aconteceu comigo foi que, ao pedir passagem para um sujeito que trafegava a 80 km/h pela pista da esquerda com as duas pistas à direita livres, tive que desviar abruptamente porque o energúmeno simplesmente freou, irritado com meu pedido de passagem. Aliás, o simples ato de ligar o pisca indicando que vai virar à esquerda daria condições para a ultrapassagem pela direita de maneira legal, mas isso é outra coisa difícil de acontecer.
Falei lá em cima sobre a vilanização das motos no Brasil. Nós queremos ser de primeiro mundo, adoramos quando somos reconhecidos por qualquer coisa, mas em outros aspectos estamos em outro século e em outro planeta. Moto no Brasil é problema. Só para dar um exemplo de como as coisas devem ser feitas: no começo deste ano foram criadas 18.000 vagas de estacionamento para veículos de duas rodas em...Paris. E querem saber como eles conseguiram fazer isso? Eliminando 4.500 vagas para carros. A mensagem é clara: quer usar seu carro? Vai se virar para estacionar. Um carro ocupa o espaço de 4 motos, no trânsito. Estacionadas são cerca de seis. Estou falando de motos pequenas, scooters e afins, veículos de uso essencialmente urbano. Enquanto transporte individual, as vantagens são óbvias, sem falar na diminuição da poluição. Mas para que isso aconteça há que se mudar a maneira de tratar do assunto. Não é a obrigatoriedade do uso de um colete com air-bag que vai salvar vidas. Não senhor. Mesmo porque não há um único fabricante desse equipamento no Brasil, e que custa mais de R$ 1 mil. Tornar o colete obrigatório seria algo inédito no mundo. E isso não é positivo. O mais absurdo seria tornar obrigatório sem considerar antes que jaqueta, luvas e botas ainda não tem sua obrigatoriedade regulamentadas. Quer dizer então que eu coloco meu capacete, meu colete com air-bag (que vai disparar a cada tombo besta, custando cerca de R$ 160,00 por cada cânister de gás que terá de ser reposto) e beleza? Posso ir de camiseta e chinelo? Ou tênis? Shorts ou bermudas são suficientes, então? Perceberam o alcance da imbecilidade?
Ouvi recentemente uma entrevista, no rádio, com um especialista de um órgão de segurança viária, não me lembro qual. O assunto era o número de vítimas, sobretudo crianças, em acidentes de moto no nordeste. A explicação é que a moto substituiu o jegue nessas áreas e as famílias, assim, se aboletam todas nas motos e lá se vão. Sem capacete, sem equipamentos de segurança e em mais de dois passageiros por veículos. A solução brilhante, segundo o entrevistado, seria obrigar as fábricas a fabricarem motos para apenas um ocupante. Veja o absurdo dessa ideia. Vamos punir todo mundo que usa moto, porque a gente (governo) não sabe o que fazer. Que tal fiscalizar? Que tal multar? Aliás, que tal modificar totalmente a forma como a habilitação é concedida? Que tal responsabilizar a concessionária por entregar o veículo a uma pessoa não habilitada? Que tal parar de frescura e coibir as barbaridades que acontecem no trânsito todo santo dia? Não, é mais fácil restringir o uso. Essa solução, igualmente inédita no mundo, seria a coisa mais absurda já pensada. Ora, se as pessoas não respeitam o fato de a moto só comportar dois, porque diabos elas respeitariam a limitação de um ocupante? É no mínimo ingênuo pensar dessa forma. É a continuação das histórias que a gente ouve todo dia, de vereadores, deputados, senadores, pensando em leis envolvendo motocicletas sem ouvir as partes mais interessadas ou os especialistas da área.  Há não muito tempo, em São Paulo, um imbecil qualquer lá queria restringir o tráfego de motos com duas pessoas, em horários comerciais, pois segundo o perolista, é nesses horários que os assaltos mais acontecem. Hã? Bandido nunca usou carro para cometer crimes, né? Então, se eu quero usar a moto e aproveitar e levar minha esposa ao trabalho, porque de carro não dá e porque o transporte público, responsabilidade dos governantes, é de péssima qualidade, não posso, porque quem usa a moto assim é bandido? Fantástico.
O que mais irrita quando vejo iniciativas desse tipo é parar no semáforo e ver que 90% dos carros à minha volta estão levando apenas uma pessoa. E eu, motociclista, é que sou o vilão?
Querem diminuir as vítimas no trânsito? Desonerem o setor de equipamentos para que o preço caia e mais pessoas tenham acesso a equipamentos de boa qualidade. Tornem o uso de jaqueta, luvas e botas obrigatório. Modifiquem a forma como a habilitação é obtida. Aliás, que tal reformular o sistema de habilitação como um todo? Primeira habilitação? Motos até 20cv por pelo menos dois anos. Novo exame e, caso aprovado, motos até 50cv por mais dois anos. Novo exame e aí sim, caso não tenha havido nenhuma ocorrência grave nesse tempo todo, liberação da potência. Não adianta limitar por cilindrada.
Educação de trânsito, fiscalização séria, conscientização, punição: 4 pilares da melhora do trânsito no Brasil.



segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Porta-malas

Primeira foto da Branca com o baú Givi Blade B-47.
Desse ângulo ele parece gigantesco. Bem, é um bocado espaçoso e faz algum barulho. Nada que dê para resolver e nada que incomode demais, também.
Só de poder deixar o capacete e, dependendo do lugar, jaqueta e luvar, já é um grande alívio. Na tampa, por dentro, coloquei uma lanternazinha de 3 leds, da Osram, para poder mexer no baú à noite e em locais pouco iluminados. A trava de disco também fica nele, presa com dois velcros.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Baú na Branca

Sim, vou instalar um bauleto na Branca. Tenho as ferragens há quase dois anos, mas só agora decidi mesmo instalar o baú. Basicamente porque tenho deixado de fazer muitas coisas de moto simplesmente por não ter o baú, que facilita muito a vida. Quem tem, sabe a falta que faz. Alguns vão dizer que baú estraga a traseira da moto e tal. Até pode ser, mas acho que o fator utilidade pesa mais que o fator estético. De qualquer forma, este ano a Givi ouviu minhas preces e lançou dois modelos que não destoam da minha bela Branca. Ei-los aqui:
Givi B47
E
Givi V47
Ambos tem várias opções de acabamento, podendo receber apoio acolchoado para as costas, break light em leds, bolsa interna, entre outros. O modelo que escolhi - mas ainda não adquiri - foi o B47 da foto acima. Esta semana devo instalar a base monolock, adquirida em loja de São Carlos.
O baú, que eu poderia ter comprado nos Estados Unidos, será adquirido no Brasil mesmo, mais para a frente. Esta época do ano chove muito em Brasília e, levar forro impermeável da jaqueta, calça impermeável e capa da bolsa de tanque, tudo na própria bolsa de tanque estava ficando complicado e pesado. O uso intenso acabou por danificar o zíper, razão pela qual resolvi dar um descanso para a pobrezinha.
O modelo da foto é o V46, antigo.
Assim que tiver instalado, postarei fotos.