terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Viagem

Vou ver mãe, pai, irmã e amigos. Tirei uma semaninha no início de março para dar um pulo na megalópole de Paris...pozinho.
Planejei ir de moto ou de carro, ambas opções mais em conta que ir de avião. São 1000km (um pouco mais, um pouco menos), em cada perna. Vou de Borges. Pretendia fazer uma revisão antes da viagem, mas o Borges anda bem das pernas e acho que só farei uma checagem no óleo e uma engraxada no eixo dianteiro. Faz muito tempo que ele não recebe graxa nova. Vou tentar encaixá-lo para uma revisão na oficina do meu tio Gilberto, lá em Pirapó. Descobri ontem que um dos fios da buzina quebrou e vou precisar  fazer o reparo, que é simples.
Meu único receio na viagem é ter algum cabo, de acelerador ou embreagem, quebrado. Por isso levarei  cabos reserva, just in case. Estou prevendo um consumo na casa dos 12 km/l. Acho otimista, já que provavelmente farei a viagem de vidros abertos, ar-condicionado de carros clássicos. A velocidade de cruzeiro deve ficar pelos 100 km/h nos melhores trechos, acima disso a condução fica deveras desconfortável. Estou torcendo por tempo nublado, sem chuva. Conforme relato de um amigo que passou pelo trecho recentemente, a estrada até São José do Rio Preto está em excelente condições, indo por Cristalina e Catalão. Tenho usado calibragem de 30/28 traseiro-dianteiro, o que deve dar ótimas condições de viagem em asfalto bom, inclusive com baixo nível de ruído na cabine. Bem, baixo para um carro com mais de 30 anos e motor refrigerado a ar. É, o Borges completará 35 anos este ano.
Adicionalmente, vou aproveitar o sossego e a sombra da garagem lá em Pirapó para um polimento na pintura. Eu estou ciente de que ela já passou do estágio recuperável mas, mesmo assim, ele pode ter ainda uns bons meses pela frente - na melhor das hipóteses - até eu ter condições de mandá-lo para a funilaria/pintura. Em abril vai ter novo sorteio para as vagas extras na garagem do prédio e espero ter melhor sorte desta vez.
Estou cogitando solicitar ao meu tio um orçamento para a adaptação de freio a disco. Minha esperança é de que lá no interior as peças e o serviço saiam mais em conta. Seguirei informando.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

26,9 km/l

Dia 10 participei de um passeio com um grupo aqui de Brasília. O próprio conhece a galera do Blues MC e com eles bandeou-se lá para a BR-060. Rodamos perto de 300km e meu consumo no período foi de excelentes 26,9 km/l. Tá, a velocidade manteve-se em torno de 100km/h, mesmo assim é bacana, não é?

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Placas novas

Desisti da transferência, por ora. Prejuízo de R$ 160,00. Fui ao DETRAN-DF quarta-feira passada, de cinzas, e solicitei as placas novas. R$ 23,00 de taxas mais R$ 111,00 das placas refletivas.
Sai a velha:
Entra a nova:
Em março devo ir à megalópole e lá tentarei convencer o pessoal do Ciretran a incluir o número do motor para uma futura transferência.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Kafkiano é pouco

Eu desisti de transferir o carro. Por ora, pelo menos.
Veja só: uns dias depois dessa passagem pelo Detran-DF, e depois de conversar com o despachante no interior de SP, registrei outra chamada no Detran-SP, única maneira de contatá-los. Eis o que escrevi:

"Em dezembro dei início ao processo de transferência de veículo de minha propriedade desde 1997 (ano de fabricação 1978) do interior de SP para o DF. Pedi atualização do CRV, agendei vistoria e foi tudo bem. Até que o DETRAN-DF tentou acessar os dados do veículo para incluir a vistoria e concluir o processo. A falta de número de motor (dado esse que não consta dos documentos do veículo) no cadastro estadual de SP e no cadastro nacional impediu que o DETRAN-DF acessasse o cadastro do veículo.
Fui instruído a solicitar ao DETRAN-SP a inclusão do número do motor no cadastro a fim de permitir a transferência.
Consultei, então, um despachante da cidade onde está registrado o veículo, Pirapozinho/SP, que me disse ser de responsabilidade do DETRAN-DF fazer a inclusão por meio de requerimento e vistoria, pois em SP não se cadastra número de motor de veículos com mais de 30 anos. Causou-me surpresa, pois o DETRAN-DF não consegue ter acesso ao cadastro do veículo para poder retificá-lo, uma vez que o veículo ainda pertence a SP.
A fim de evitar um círculo vicioso de perguntas e desencontros, gostaria de saber se não é mesmo possível solicitar a inclusão do número do motor do meu veículo em SP, de modo a que o seu cadastro esteja completo para a transferência de UF. Eu poderia levar o carro até a cidade onde está registrado para uma vistoria e consequente inserção do número no cadastro, por exemplo?
Gostaria de poder resolver esse problema o mais rapidamente possível pois minha vistoria está válida até 13/02."

Informei, também, os dados do Borges.

Eis a "resposta" do DETRAN-SP:

"Prezado Sr. Wellington Spiguel Cassiano
 Em resposta a sua manifestação, informamos que é preciso encaminhar para o Detran.SP a solicitação de atualização do CRV de veículo cujo CRV foi emitido com data anterior a 01 de novembro de 2000.
 Para obter todas as informações sobre transferência de veículo registro no Estado de São Paulo para outro Estado, acesse o portal do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), aba "veículos",  opção "Transferência Interestadual")."
Sério mesmo? No primeiro parágrafo da minha mensagem está explicado que já fiz o procedimento que eles pedem, bastaria que o idiota encarregado de responder a mensagem lesse com atenção, em vez de apenas clicar em resposta automática ao ler o assunto da mensagem. Por que diabos há um campo para que o cidadão escreva sua mensagem, se os imbecis não tem a menor intenção de lê-la? Uma amiga sugeriu que eu mandasse a troca de mensagens para o Estadão. Pensei em retrucar a mensagem do Detran. Mas pensei bem. Se eles não leram a primeira, quais são as chances de que eles venham a ler a segunda? Pensei ainda em postar uma reclamação no Reclame Aqui, só para ver o que aconteceria. Decidi não fazê-lo, só vou me desgastar. Então, funk-se. Resolvi que só vou solicitar as placas novas, ao custo de R$ 110,00, o que vai levar cerca de uma hora entre pagar a taxa e ter as placas instaladas no carro.
Espero...



quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Kafkiano

Parecia simples e parecia que ia tudo correr bem.
Não. O DETRAN-DF não conseguia incluir a vistoria pois faltava o número do motor nas bases estadual e nacional. Ou seja, o número do motor do Borges nunca foi cadastrado. O órgão não consegue sequer ter acesso à tela editável, claro, porque o veículo ainda está registrado em SP. Como os DETRANs não falam a mesma língua...
Pedi a meu pai que consultasse um despachante lá em Pirapozinho para ver o que poderia ser feito. Já estava até me preparando para a viagem até lá, caso precisasse fazer uma vistoria. A resposta me deixou intrigado: disse a despachante que o DETRAN-DF é que teria que fazer a inserção do número. Eu teria que fazer um requerimento, solicitar uma vistoria e aí eles poderiam incluir o número do motor. Só que esse procedimento não existe no DF e, aliás, parece-me óbvio um estado não poder alterar o cadastro de veículo que encontra-se registrado em outro. Já imaginaram a farra que seria com a bandidagem?
Fiquei de consultar um despachante em Brasília para ver se uma luz surge no fim do túnel. Entrementes, fui novamente ao DETRAN-DF, mas desta vez para perguntar se eu poderia solicitar uma nova placa para o Borges, sem transferir o veículo, apenas substituir uma placa velha pela nova. E a resposta é: SIMMMMMMMMMMM. É possível, pela bagatela de R$ 110,00.
Ainda tenho até o dia 13 para desenrolar o lance da transferência, que é quando vence o prazo da vistoria. Se até lá nada der certo - espero não querer vender o veículo, pois aí terei que fazê-lo em São Paulo - peço simplesmente a substituição das placas, que foi aliás o que começou com todas essa história.
Mas a história do motor ainda não acabou. Encafifado com a resposta da despachante, resolvi consultar o DETRAN-SP a respeito. Vou aguardar uma resposta deles. Espero que o título desta postagem seja um exagero meu.
Voltarei a reportar sobre o assunto.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

CRV, DUT e número de motor: DETRANs não se entendem


DETRANs não se entendem e cometem erros que atrapalham a vida do contribuinte.
O Borges está comigo desde 1997, como sabem. Todo original, foi transferido para o meu nome sem problemas e desde então sua documentação tem sido renovada ano a ano, sem quaisquer percalços. Recentemente resolvi transferir a documentação para o DF, para facilitar as coisas.
Pelo 154 fui informado de que precisaria solicitar, em SP, a "liberação do DUT". Quem é de Brasília sabe que o DUT é o Documento Único de Transferência, aquele que você não carrega consigo, mas é essencial para a transferência do veículo quando ele é vendido. Pois então. O DETRAN de SP não faz a menor ideia do que seja "liberação de DUT" ou mesmo "DUT", pois lá esse documento é chamado de CRV, Certificado de Registro de Veículo.
Muito bem. No site do DETRAN-SP há instruções para realizar o procedimento de várias formas. Na primeira tentativa, enviei a documentação conforme a instrução do site e...estava errada, faltaram documentos. Tudo bem. Instruí de novo e aguardei quinze dias para solicitar o agendamento da vistoria, no DETRAN-DF. Esse procedimento, solicitado diretamente no site do órgão, transcorreu quase sem problemas. Digo quase porque o site não diz o que fazer depois que a taxa é paga. A falta de informações, ou informações equivocadas, defasadas é regra nos sites dos DETRANs. Beleza. Consegui marcar a vistoria que foi feita ontem, somente para descobrir que o cadastro do meu Fusca não tem o número do motor. Nunca teve. Como essa informação não aparece em lugar algum para o usuário, os DETRANs deveriam informar da sua indisponibilidade, certo? Para que diabos eu fiz o procedimento de "Atualização de CRV" (que é como é chamada a "liberação de DUT", em SP) se nem isso eles acusaram? Que diabos é verificado nesse raio de procedimento, se nem sequer detectar a falta de uma informação aparentemente crucial eles detectam? Falha do DETRAN-SP. Quando do agendamento no DF o sistema puxa a ficha do veículo, mas o número do motor não aparece em lugar algum e sequer o sistema acusa a falta do dado essencial. Falha do DETRAN-DF. Resultado disso é ter que aguardar uma posição do DETRAN-SP, através da CIRETRAN da minha cidade. Espero apenas não ter que dirigir 1000km (só de ida) apenas para tirar o decalque do motor.
Um código nacional de trânsito, único, válido em todo o território nacional, e o s DETRANs insistem em legislar, quando essa não é sua tarefa. Mais tarde saberei o que vai rolar.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Rapidinhas

A coisa vai mal. Por baixo da carroceria tudo vai bem, mas por fora...O próprio até tentou trocar as presilhas dos frisos, mas no processo entortou o friso da porta do motorista, que caiu na rua. 
Sobraram uns buracos e umas presilhas mal colocadas. 
Lanternagem que é bom, nada. Roubaram a antena (gente sem Deus) um dia desses e hoje amanheci sem partida. Bateria tinha, mas partida teve que ser no tranco.
Segunda-feira vou ser levado para uma vistoria, a fim de ter meus papeis transferidos para a Capital Federal. Para isso o próprio vai ter que tirar a película escurecedora dos vidros, processinho que vai dar um certo trabalho porque ele vai ter que usar um secador de cabelo para aquecer a cola. Melhor isso que arriscar e não passar na vistoria. Isso feito vou ganhar placas novas, finalmente. Recentemente ganhei nova roda e pneu para o estepe, zero quilômetros. 
A revisão elétrica também foi adiada, mas certamente algo não vai bem e as suspeitas recaem sobre o alarme de baixa qualidade ou alguma conexão em curto que está tirando carga da bateria, que aliás é nova. O Fusca de um vizinho de bloco, um ano mais velho que eu está dando uma inveja louca. Lindinho, lindinho, com bancos de couro e uma pintura de dar gosto.