sexta-feira, 8 de março de 2013

Freio a disco

As impressões iniciais são ótimas, apesar de um chiadinho que de vez em quando soa, ao se acionar o pedal. Acabaram as oscilações típicas do freio a tambor, que faziam crer que o tambor estivesse ovalado. Os tambores traseiros foram revisados e estão em boa ordem.
Uma pequena e breve revisão foi feita também no motor, além do cabo de embreagem ter sido substituído. Tudo funcionando belezinha. Ontem foi feita uma tentativa de encerar o carro. A cera comum Grand Prix de cara mostrou que não daria conta do recado, não dando brilho nenhum e ainda manchando a lataria. Passei à cera de polimento propriamente dita e os resultados foram um pouco melhores. Mas infelizmente a pintura do Borges já subiu no telhado.Hoje pela manhã os trilhos dos assentos ganharam novos deslizantes, mas a trava do banco do motorista tem um problema na mola que será resolvido só em Brasília.
O trajeto de volta será feito por Goiânia, de uma só vez. Apesar do esperado tráfego de caminhões por causa da safra de soja, será melhor subir por ali, por causa da pista dupla até Brasília. Espero conseguir média igual ou melhor que a obtida na vinda, de 12,8 km/l. Se conseguir a mesma coisa, está de bom tamanho. Terei um desvio logo de cara, em Clementina, devido a uma ponte caída. A saída está programada para as cinco da manhã, para aproveitar melhor o tempo e a temperatura amena da manhã.
Ah, claro, usei o resto do material do kit Aquaplanning, de polimento e proteção contra a chuva no para-brisas e vidro traseiro. O para-brisas recebeu o tratamento completo, mas o restinho de verniz não foi suficiente para dar o trato adequado no traseiro. Fiz pequenos ajustes nas palhetas e agora o limpador está funcionando bem melhor. Durante a lavagem/polimento, aproveitei para reajustar o papelão que serve de forro do porta-malas. Estava todo enrolado, ressecadíssimo. Mandei água no bicho e deixei secando no chão. Antes que secasse por completo, recoloquei-o, ajustando todas as abas e reencaixando nos lugares certos. Veremos até quando dura isso. Ele está gasto e rasgado e terá que ser trocado em breve. Por enquanto, vai ter que dar. E é isso. Depois da viagem, o relato. Inté.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Freio a disco, finalmente

Ei-lo:
Sim, sim. O carro ainda não foi entregue. Marcos, mecânico que trabalha com meu tio, está cuidando do Borges. Os discos e pinças já foram instalados. O Borges ainda passou por uma pequena revisão, que incluiu checagem dos freios traseiros, verificação das válvulas, engraxamento do eixo dianteiro, troca do cabo de embreagem. Amanhã testarei o sistema. Espero que corresponda às minhas expectativas. Só de não ter que me preocupar mais em ficar sem freio quando passar por algum alagamento já tá bom. Esse conjunto é comum aos Fuscas, Brasílias, etc.

domingo, 3 de março de 2013

On the road 2

O dia amanheceu assim:
Não era uma chuvona, mas apenas uma garoa de início de manhã. Abasteci naquele posto Ipiranga ali e retomei a viagem. O sol logo saiu forte, mas não demorou muito para que mais obras na pista nos forçasse a uma parada, pois o tráfego estava fluindo em apenas uma pista. De cara muitos caminhões, pois é safra de soja.
Muito, mas muito tráfego mesmo, e vários trechos em obras atrapalharam um bocado neste trecho que levou quase oito horas para ser cumprido.
Depois de São José do Rio Preto, em mais um trecho em obras, aproveitei para encostar no Macedão, onde completei o tanque e comi um objeto.
Daqui só parei em Pirapozinho. Fui de pé embaixo direto. Logo depois da entrada de Penápolis uma placa acendeu o alerta: SP425 sentido Presidente Prudente interditada. Vigi. Parei para pedir informações a um funcionário do DER, que me disse que era uma ponte caída, mas o desvio era fácil, por Braúna e Clementina, via estradas vicinais, excelentes, como esta:
O desvio foi de uns 33 quilômetros, mais ou menos. Oito horas depois de sair de Uberlândia cheguei em Parispozinho. A média no trecho até o Macedão ficou em 12,9 km/l.
Amanhã, Borges vai para a clínica, digo, oficina. O freio está muito ruim mesmo.

sexta-feira, 1 de março de 2013

On the road

Ahh, the open road. Levei quase uma hora, peraí, acho que foi um pouco mais de uma hora para chegar nesse ponto da estrada, lá para as bandas de Luziânia, GO. Ali na frente essa pista dupla some e a estrada começa para valer. Uma hora atrás, o céu estava totalmente encoberto em Brasília. E umas três horas depois, iria encobrir totalmente de novo.
O Borges mandou muito bem nesse primeiro trecho da viagem, o mais difícil, pois encontrei muito trânsito, passei por trechos de serra e alguns pontos meio ruins, além do dilúvio que, Graças a Deus, peguei em Catalão, com lugares de sobra onde parar.

A enxurrada era uma coisa impressionante. Bastou atravessar duas que o Borges ficou momentaneamente sem freios. É, passou da hora de substituir os velhos freios a tambor, por mais confiáveis freios a disco. O Borges encarou longos trechos em aclive, a 80 km/h sem pedir terceira, o que atesta a boa saúde do boxer 1300. Teve fôlego até para ultrapassar umas carretas em alguns lugares. A média de consumo neste primeiro trecho ficou em surpreendentes 12,7 km/l. Aqui, durante a primeira parada, para comer uns quitutes e comprar uns doces no Sonho Verde.
Vou dizer, o assovio dos escapes com o motor cheio é inspirador. Nostálgico até os ossos e muito gostoso de ouvir. Em Araguari, uma fila de cerca de 20 quilômetros de caminhões aguardava o fim da greve no porto seco.
Entre a saída do estacionamento do MRE até minha chegada ao balcão do hotel foram exatas seis horas. Um jantarzinho rápido e cama, para encarar o dia seguinte.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Pronto

Borges está no ponto. Tanque cheio, óleo checado. Dei uma boa borrifada de WD40 nos limpadores do pára-brisas e os pneus estão com a pressão ok. Aproveitei para separar uns produtos de limpeza, ceras, flanelas e outras cositas mais, para dar aquele trato numa tarde à toa qualquer, depois do serviço na oficina do meu tio Gil.
A casa dos meus pais tem um quintalzão e uma mangueira com excelente pressão. Vai rolar uma bela lavagem e, depois, vou usar cera comum nas partes menos judiadas e cera de polimento nas mais críticas. Não vai resolver muita coisa, mas pelo menos vai dar uma levantada no moral. 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Protegido de novo

Num lance inesperado o Borges ganhou garagem de novo. Não fomos sorteados para uso de vaga extra na garagem do prédio nos últimos 3 ou 4 sorteios. Cada período de uso é de seis meses. Na sexta-feira, ao chegar em casa, um dos porteiros me falou que havia a possibilidade de uma vaga para alugar no prédio. Essa informação foi confirmada no domingo e, pelo mesmo valor que eu pagaria pela vaga extra, mas sem prazo, aluguei a vaga do apartamento 405 e lá foi Borges dormir na garagem novamente.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Upgrade

O Borges não é estranho a upgrades. O primeiro foi a troca do platinado pela ignição eletrônica. Depois, alternador no lugar de gerador. Antes disso, pneus radiais no lugar dos convencionais.
Próxima parada: freios a disco. Sim, isto mesmo. No inicio de março o Borges vai dar uma chegada em Pirapozinho. Lá, meu tio Gil, grande mecânico, vai proceder à almejada alteração. Não é de hoje que venho planejando fazer essa adaptação.
Essa foto é meramente ilustrativa.
Apesar da possibilidade de usar peças recondicionadas meu tio aconselho-me a usar peças novas, por desencargo de consciência. Assim que o serviço estiver feito, postarei fotos e mais detalhes. Enquanto estiver por lá, vou tentar convencer meu primo Ricardo a me deixar escrever e publicar a história e fotos do Maverick raridade que ele arrumou.
Inté.