segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

apidêitchi

Quarta-feira o Borges me deu um susto, quando voltava do clube à noite. Tossiu, engasgou, falhou e apagou várias vezes. Cheguei em casa no embalo.
Não me parecia falha elétrica, mas fiquei desconfiado. O tipo de falha mais parecia problema na alimentação. Imediatamente lembrei que deixei cair um pedacinho de estopa no dia em que troquei a bóia. Sim, fiz m****. Na sexta à noite tirei a bóia e cheguei a ver a danada engastalhada no pescador, mas caiu de volta assim que tentei tirar a bóia. 
Eu já tinha planejado levar o Borges na Brasfusca no sábado de manhã, para colocar novas pestanas, canaletas e máquina de vidro. Cheguei lá aos trancos e barrancos. 
O veredito foi que o tanque estava todo corroído por dentro. O filtro - cheguei a removê-lo quando o carro parou pela enésima vez - estava entupido de tanta sujeira.
Mantivemos a linha original (foi soprado bastante ar comprimido nela e trocamos o tanque. Aproveitei para colocar a borracha que já estava comprada. 
A máquina de vidro do lado do motorista estava sem vários parafusos e arruelas. A do lado do passageiro foi trocada e agora os vidros sobem e descem sem problemas. O carburador ainda parece precisar de um ajuste fino e a partida às vezes anda meio difícil, mas pode ser apenas necessidade de andar mais. Borges, aliás, virou 115.000 quilômetros no domingo. 

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