Acho que a esta altura já dá para fazer uma avaliação da Branca nesta viagem. Estamos nos aproximando da metade da viagem e só tenho elogios para minha valente XJ6. Bem, há um único porém, que é a falta de proteção aerodinâmica, mas isso já era sabido além de ser característica comum a todas as naked. Com média até agora de 21km/l, está um tiquinho abaixo do esperado. Isso se deve principalmente aos trechos de maior velocidade, nos quais enfrentamos muito vento. Essa situação de vento para mim é especialmente incômoda, tanto quanto a falta de proteção para as mãos, sobretudo nos dias mais frios. O acessório que trava o acelerador vem bem a calhar nessas horas. Ontem foi o dia mais sui generis. Queimou o facho baixo do farol logo cedo e depois, por um equívoco, acabamos pegando 40km de estradade terra. Tenso, mas correu tudo bem e ningué caiu. Branca percorreu o trajeto sem problemas, mas me deu muita pena. Ao retornar ela irá imediatamente para a revisão dos 30.000km, na Kishi Motos.
domingo, 17 de agosto de 2014
sábado, 9 de agosto de 2014
Simbora!
Malas na moto. Tudo pronto. Daqui a pouco, partida para o ponto de encontro e de lá, direto, até Ribeirão Preto. O dia está ótimo, um pouco frio, mas ensolaradíssimo. Vamo que vamo.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
5 dias
Quase na hora de partir. Sábado, 9 da manhã. Parece que não vai chegar nunca. De qualquer modo, Branca está revisada, só faltando uma lavada e uma cuidadosa limpeza e lubrificação da corrente. Hoje começo a separar a bagagem e a bolar a distribuição nas bolsas.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Rodei alguns quilômetros desde a troca dos pneus. Impressionante a diferença. A moto entra mais decidida em curvas - é mais fácil colocá-la nas trajetórias - e a impressão geral é de que o pneu velho a "segurava", pois dá a impressão de estar mais solta.
Logo após a troca enchi o tanque e obtive uma ótima marca de 21,5 km/l na cidade. Essa marca não deve ser creditada aos pneus novos pois o tanque estava vazio quando da troca. Porém, considerando a "leveza" com que a Branca está se deixando levar, é possível que essa marca possa ser mantida.
Bom, a viagem. Falta pouco, 18 dias. Agora aumenta a ansiedade e a dúvida, pois ainda chovia um pouco no sul e faz muito, muito frio. Como só prepararei a bagagem na véspera vai ser possível ajustar melhor a quantidade e o tipo de roupas que levarei. Ao que tudo indica, roupas quentes, de inverno, vão dominar as malas. Meias de inverno, roupas de baixo quentes, casacos tipo quebra-vento, etc., são a ordem do dia.
Hoje tem início o Brasília Moto Capital 2014. Lá buscarei adquirir calça, camisa e luvas térmicas, tipo segunda-pele.
A má notícia é que a Graciosa não abriu e pelo jeito não abrirá tão cedo. Assim, de Curitiba, seguiremos direto e reto a Pomerode. Vai sobrar um tempinho a mais para passeios por ali.
Confirmada, entretanto, a descida para Curitiba não pela Regis Bittencourt, mas pela Serra do Rastro da Serpente, que de serra não tem muita coisa, a não ser um grande número de curvas. Um amigo que passou por ali recentemente disse que o trecho é bonito e gostoso para passar de moto e dá para manter velocidades entre 70 e 80 km/h, o que é o bastante para o tipo de estrada.
Agora nos resta torcer para tempo bom, ainda que frio, que nos permita aproveitar bem os passeios.
Inté.
Logo após a troca enchi o tanque e obtive uma ótima marca de 21,5 km/l na cidade. Essa marca não deve ser creditada aos pneus novos pois o tanque estava vazio quando da troca. Porém, considerando a "leveza" com que a Branca está se deixando levar, é possível que essa marca possa ser mantida.
Bom, a viagem. Falta pouco, 18 dias. Agora aumenta a ansiedade e a dúvida, pois ainda chovia um pouco no sul e faz muito, muito frio. Como só prepararei a bagagem na véspera vai ser possível ajustar melhor a quantidade e o tipo de roupas que levarei. Ao que tudo indica, roupas quentes, de inverno, vão dominar as malas. Meias de inverno, roupas de baixo quentes, casacos tipo quebra-vento, etc., são a ordem do dia.
Hoje tem início o Brasília Moto Capital 2014. Lá buscarei adquirir calça, camisa e luvas térmicas, tipo segunda-pele.
A má notícia é que a Graciosa não abriu e pelo jeito não abrirá tão cedo. Assim, de Curitiba, seguiremos direto e reto a Pomerode. Vai sobrar um tempinho a mais para passeios por ali.
Confirmada, entretanto, a descida para Curitiba não pela Regis Bittencourt, mas pela Serra do Rastro da Serpente, que de serra não tem muita coisa, a não ser um grande número de curvas. Um amigo que passou por ali recentemente disse que o trecho é bonito e gostoso para passar de moto e dá para manter velocidades entre 70 e 80 km/h, o que é o bastante para o tipo de estrada.
Agora nos resta torcer para tempo bom, ainda que frio, que nos permita aproveitar bem os passeios.
Inté.
sábado, 19 de julho de 2014
Out with the old, in with the new
Resolvi trocar os pneus da Branca de uma vez.
Hoje pela manhã demos adeusinho aos originais Metzeler Roadtec Interact Z6 e demos boas vindas aos Metzeler Roadtec Interact Z8.
Impressionante a diferença, mesmo com os pneus ainda encerados e pouco assentados. A moto entra em curvas com mais facilidade. Eis o que faz um pneu quadrado: torna tudo mais difícil. Dá para ver pela linha mais escura na curva da banda do Z6. Essa linha escura é um degrau, exatamente onde o pneu ficou quadrado. Os pneus ainda tinham algum caldo neles, mas insuficiente para a viagem que vamos fazer. Também não faria sentido guardá-los, pois não só seria difícil vendê-los, como estavam próximos da data de validade.
Por módicos R$ 30/roda, os pneus foram trocados e as rodas balanceadas. Que venham as estradas agora.
Hoje pela manhã demos adeusinho aos originais Metzeler Roadtec Interact Z6 e demos boas vindas aos Metzeler Roadtec Interact Z8.
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| Z6 |
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| Z8 |
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Viagem 2014: preparação, update
A três semanas do início da nossa viagem, falta pouco para completar a preparação. Ontem fiz mais um teste de fixação dos alforges e acho que cheguei ao melhor arranjo.
O kit de reparo de pneus sem câmara chegou, numa maletinha, mas será levado de outra forma, mas compacta. O compressor foi emprestado por um amigo e terá seu lugar na bagagem.
Ainda esta semana devo trocar os pneus, serviço que custa em torno de R$ 40/roda. Semana que vem temos o Moto Capital aqui em Brasília. Lá devo comprar a segunda pele de inverno.
A chuva no sul ainda é uma preocupação, pois não dá sinais de alívio. Frio já é fator complicador, se vier acompanhado de chuva e ventos fortes, então, vai ser muito chato.
Esperemos que passe logo.
O kit de reparo de pneus sem câmara chegou, numa maletinha, mas será levado de outra forma, mas compacta. O compressor foi emprestado por um amigo e terá seu lugar na bagagem.
A chuva no sul ainda é uma preocupação, pois não dá sinais de alívio. Frio já é fator complicador, se vier acompanhado de chuva e ventos fortes, então, vai ser muito chato.
Esperemos que passe logo.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
As bolsas
Os alforges Givi WP405 são confeccionados em lona impermeável, com as costuras vulcanizadas, o que deve impedir por completo a entrada de água. A bolsa tem sua abertura fechada por um velcro em toda a sua extensão. Depois de fechado dobra-se como um saco estanque.
Apesar de compacta, o formato quadrado favorece a acomodação da bagagem. São 25 litros em cada alforge.
Uma pequena alça em cada alforge facilita seu transporte quando retirados da moto.
Já a bolsa interna serve em baús de 36 a 47 litros.
Por ser compacta e possuir alça acho que dá até para usá-la em viagens curtas, como mala de bordo.
O bolso menor tem uma alça de segurança e serve para acomodar laptops de até 13,4".
Depois de lavar a Branca vou fazer um teste de acomodação de todos os acessórios e fotografar. Inté.
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